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Condutoras de Domingo

Elas em contramão, sempre a abrir, pelos acontecimentos da semana.

Elas em contramão, sempre a abrir, pelos acontecimentos da semana.

Condutoras de Domingo

29
Jun08

De Encontro ao Pára-Brisas - Felino

condutoras de domingo

Assim que despontam os primeiros raios de sol, o fenómeno repete-se. A população ruma ao Algarve, a ASAE lança guerra às bolas de Berlim e os jornais fazem inquéritos aos famosos com perguntas tipo “se fosse um protector solar, de que factor seria?”. É a chamada silly season, na qual as notícias a sério vão a banhos e temos de nos contentar com aquelas que por cá ficam a torrar na tontaria do “nada-a-declarar”. Só que em Portugal esta época jornalística é mesmo grave. Mais do que silly season, temos mesmo é um silly country.
Se não, veja-se: esta semana o concelho da Maia andou em sobressalto por causa de um felino que rondava a área desde o início do ano, andando agora a causar mais estragos em terrenos agrícolas. A população jurava a pés juntos ter visto pegadas grandes, videiras cortadas, árvores desbastadas e plásticos rasgados. Por momentos, pensámos: será que Portugal tem finalmente o seu monstro? Seria fantástico para o turismo. Podíamos ter o nosso Big Foot, Abominável Homem das Neves, Monstro de Loch Ness… Já estamos até a ver o merchandising: pequenos Felinos da Maia que mudam de cor com a humidade. Ia ser o máximo!
Mas esta alegria foi sol de pouca dura. Passados poucos dias, o desmentido: o alegado felino afinal, no entender das autoridades, poderá não passar de um cão vadio faminto ou até mesmo um javali. Ver se é um javali ou não é fácil: basta ver se tem um Obelix ou um Fernando Mendes a correr atrás dele. Se for um cão, talvez seja uma Lassie tentando resgatar o pequeno Timmy do poço, pelo que é melhor deixá-la em paz.
Mesmo assim, queremos acreditar que ainda há um mundo de hipóteses por explorar. Será que o felino era afinal o Ministro da agricultura, tentando assustar os agricultores para estes não fazerem greve? Seria Betty Grafestein vestida de tigressa? Ou uma das apresentadoras do Fama show em poses sexy? Nós temos uma aposta: é Ricardo, que foi felino quando era leão do Sporting e que agora anda por certo escondido no meio da mata para ninguém ajustar contas com ele por causa do Euro 2008. Se for mesmo Ricardo, as autoridades podem disparar sem reservas. Têm a nossa bênção.
 

29
Jun08

Touros

condutoras de domingo

Parece que o Touro está em alta, esta semana. Não o soubemos pela taróloga Maya, e pelo seu ranking de signos, nem foi a Madame Fonseca Santos a contar-nos. Ficámos a sabê-lo através de uma sentença invulgar. É que o Tribunal Internacional dos Direitos dos Animais, em Genebra, condenou Jorge Sampaio e Durão Barroso, entre outros políticos famosos, por terem atentado contra os direitos dos animais. Em causa está a abolição de alguma legislação que protegia os touros, em relação à morte na arena. Como tantas outras, em Portugal, esta sentença tem um carácter meramente simbólico. Afinal, é só a imagem de Portugal como um país de terceiro mundo que sai reforçada. E embora seja um espectáculo de grande tradição, a verdade é que os portugueses têm muitas alternativas à tourada. Nos debates quinzenais no Parlamento, por exemplo, é possível ver uns a tentar cravar bandarilhas e outros a querer saltar das bancadas.

29
Jun08

O Que é Nacional é Bonzinho - Ricardo

condutoras de domingo

Acabo de subscrever uma petição online. Aquelas que circulam por mail. Mas esta é das que vale a pena! Não é para salvar ratinhos das garras das empresas de cosméticos, não é pela libertação do Tibete nem pela redução do preço dos combustíveis. Tem o melhor de cada uma destas três e é muito mais importante. Em 1º lugar, é para salvar pequenos animais também, que somos todos nós, sujeitos a ver espectáculos degradantes na televisão – ou ao vivo até! Depois, também é por uma causa digna, a causa nacional. E por fim, também visa a poupança de muito dinheiro. Ora digam lá se aquele balúrdio que estoiraram em minis e tremoços não caiu em saco roto? Pois caiu. É aquilo a que se chama crédito mal parado… Demos crédito à nossa Selecção Nacional e mais valia termos estado a ver concertos no Canal Arte à hora dos jogos… Foi por isso que Tiago Carneiro lançou a petição online “Ricardo, não obrigado!”, exigindo a não convocatória do guarda-redes. O responsável por este manifesto apresenta-se como “Eu, cidadão de Portugal, contribuinte com o meu trabalho e os meus impostos, pai de filhos, filho, irmão, marido e adepto da Selecção Nacional de Futebol”. Assim mostra que não é apenas o seu Eu futebolístico (expressão que podia muito bem ter sido usada por Rui Santos), que está descontente com a prestação de Ricardo. Todas as facetas da sua personalidade sofrem de cada vez que a bola chega perto da baliza portuguesa. E nós compreendemos esta angústia. Tiago diz que o guardião do Bétis já teve várias oportunidades e não provou estar à altura. Eu acho que ele esteve mas foi na altura errada. Altura em termos de timing para sair da baliza e altura em termos de dimensão. O guarda-redes está desregulado, não vê os acontecimentos à escala real, de forma que está sempre muito abaixo do nivel onde a bola se joga. Ricardo dá mostras de ser craque, mas ao nivel do Subuteo, porque nos lances em que é batido está quase sempre de cócoras, como quem analisa criteriosamente o estado da relva. Outro dos argumentos da petição é que há vários guarda-redes portugueses bem melhores, e a lista que começa nuns credíveis Quim e Nuno, chega a Taborda e Ventura. Se fosse mais extensa creio que chegaria mesmo ao Ruizinho, guarda-redes do 5ºB da C+S de Xabregas. Mas o derradeiro insulto vem depois, sob a forma de metáfora. Ricardo é acusado de não ter voz de comando… Eu por acaso acho que até tem. Lembram-se daqueles bonequinhos que eram uns comandos, chamados GiJoes? Não falavam, mas se falassem de certeza que tinham a voz do guarda-redes do Montijo… Apesar de tudo eu acho que Ricardo até dá um certo colorido local à selecção. Segura menos vezes o esférico do que os apanha-bolas de 5 anos que lá andam, é certo, mas sempre que há cruzamentos os seus gritos lembram as senhoras dos ranchos folclóricos. Devemos ter orgulho nisso!

29
Jun08

O Amor Acontece

condutoras de domingo

Com o sol chegam também as bonitas histórias de amor. E nós não podíamos ficar indiferentes aos comoventes romances que se desenrolam com os vips portugueses. E não, não estamos a referir-nos aos passeios de iate que Ronaldo tem feito com Nereida. Nem tão pouco às férias de Simão Sabrosa, Caneira, e as respectivas esposas, no Dubai. Amores de jogador de futebol é coisa já mais batida e previsível que os romances de cordel. O que nos importa agora é o romance duma classe profissional normalmente ostracizada. Os árbitros. É verdade… Pouco ou nada sabemos sobre a vida amorosa de Jacinto Paixão, para além do facto de gostar muito de fruta e café com leite, e de ter em Pinto da Costa um belo conselheiro matrimonial. De Lucílio Batista e Jorge Coroado também não se conhecem grandes casos amorosos. As equipas de arbitragem viveram até aqui em contínuo sofrimento. São sempre mais insultadas do que a equipa que perde, ninguém lhes pede autógrafos, não têm fãs e, até aqui, não apareciam nas revistas cor-de-rosa. Mas tudo mudou a partir desta semana. O primeiro passo para uma nova vida foi dado por Duarte Gomes. O árbitro surgiu na festa do Sasha, acompanhado por Inês Simões, da tribo dos Morangos com Açúcar. A modelo divorciou-se recentemente doutro ex-morango e não perdeu tempo... Caiu nos braços de Duarte Gomes. Consta que foi nos corredores da instituição bancária onde ambos trabalham que se deu o “click”. O que reveste esta história de amor de contornos ainda mais bonitos. Uma coisa é o amor supérfluo, que surge em eventos sociais ou praias paradisíacas. Outra coisa é o amor profundo e sentido, que só pode ter lugar numa dependência bancária.

29
Jun08

O Cebola

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O slogan «Ninguém pára o Benfica» já não é o que era! A bem dizer, ainda o campeonato nacional não começou e já o Futebol Clube do Porto espetou 1-0 os encarnados. A contratação de Cristián Rodríguez pelos dragões assumiu contornos de rasteira, já que o internacional uruguaio estava em negociações para fechar novamente contrato com o clube da Luz. Admitimos que não deve ser fácil pôr mão ao desconcerto que reina no Benfica mas certo é que o maestro Rui Costa, nas suas novas funções de director desportivo, só dá notas ao lado. Senão vejamos: falhou a contratação de Eriksson; não assistiu, com Luís Filipe Vieira, à expulsão do Futebol Clube do Porto da Liga dos Campeões; e não conseguiu ainda assegurar a contratação de um bom cabeleireiro que o ajude a segurar as pontas. Parece que os encarnados precisam de uma nova luz! Talvez agora que está bem posicionado em Inglaterra, e sob as atenções dos olheiros da Justiça, Vale e Azevedo possa interceder pelo Benfica na contratação de craques!

29
Jun08

Agarrado ao Pára-Choques - Peixe

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Esta semana um grupo de gente fardada entrou de assalto num supermercado da grande Lisboa. É uma coisa que já não causa espanto. Mas há cambiantes diferentes nesta história: a farda não era a do costume. Não era em tons escuros nem dizia ASAE, era mais a dar para o amarelo e dizia Greenpeace. Apesar das pessoas já estarem prontas a largar cestos, carrinhos e crianças de colo, e fugir para salvar as suas vida, quando perceberam que não eram os fiscais de António Nunes, ficaram bem mais descansadas. Certificaram-se apenas que eles não traziam os amigos do Movimento Verde Eufémia, que essa malta além de ser mais barulhenta e desagradável, ia querer destruir o corredor do milho e das leguminosas enlatadas de certeza. O que era uma chatice. Mas estes senhores da Greenpeace são bem mais criativos, trazem sempre instalações artísticas com vegetais, poemas sobre pequenos animais indefesos, ou então não trazem roupa, o que é à sua maneira uma forma de arte. O chamado nu artístico. Desta vez decidiram distribuir folhetos em forma de peixe, com a lista das espécies pouco sustentáveis. Isto porque os portugueses são dos maiores consumidores de peixe da Europa. Como se já não bastasse termos de ter cuidado com os nitrofuranos do frango, os pesticidas da fruta, a BSE das vacas ou as salmonelas dos ovos, agora os activistas pedem aos hipermercados nacionais que alterem a política de compras e incluam critérios como a taxa de crescimento e reprodução da espécie, a proveniência do peixe e o método de pesca. Perguntar à pescada como vai a vida conjugal, perguntar às douradas se os filhos estão a crescer saudáveis, investigar a proveniência do arenque, saber se tem visto de permanência ou se já é cidadão nacional, e saber como foi pescado: numa solarenga tarde de pesca desportiva ou por um pescador que furou a greve… Entre as espécies apontadas como pouco sustentáveis estão o salmão, o atum, o bacalhau, o camarão, o espadarte, o linguado, o peixe-espada, a pescada, a solha ou o tamboril. Coisa pouca portanto. Sobram-nos as sardinhas e os carapaus, o que dá jeito nesta altura do ano mas é capaz de começar a cantar. Sobretudo quando tentarmos substituir cocktail de camarão por cocktail de sardinha ou ensaiarmos uns pasteis de carapau. O slogan da Greenpeace foi “encolhe o teu peixe, não mordas o anzol”, pedindo às pessoas que reduzam o consumo destes peixes. Mas este apelo é bem capaz de ter o efeito contrário. Já se sabe como são os portugueses quando são lançados alarmes. Se uma marca de iogurtes for retirada do mercado, eles vão lá açambarcar todos, mesmo que o prazo de validade seja só de uma semana. Quando a gasolina ameaçou acabar, as filas foram de kilometros e os ânimos exaltaram-se. Já imagino estas pessoas à volta da banca do peixe, envolvidas em conflitos violentos para levarem para casa o maior stock possível de peixe. Aliás, eu tenho para mim que quando for anunciado o fim do mundo, os portugueses vão sair todos de casa num ápice, não numa tentativa desesperada de salvamento mas para serem os primeiros a chegar. Se é o derradeiro fim para todos nós, que seja, mas que sejam eles os primeiros a apanhá-lo. E esta regra é tão aplicável ao apocalipse como a postas de salmão.

29
Jun08

Condução Defensiva - Zézé Camarinha

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É a notícia do Verão: Zézé Camarinha retira-se das praias algarvias e não deixa sucessores. Assim se extingue uma raça: o macho man português. Para assinalar esta catástrofe sem par no universo amoroso-erótico, foi lançada a autobiografia deste predador das areias do Sul de Portugal, deste homem que já partilhou o seu leito de paixão com quase 2000 mulheres: Zézé Camarinha – O último macho man português. Como notaria qualquer professor catedrático interessado em problemáticas intimistas e de auto-representação, o eu que nesta autobiografia se dá a conhecer toma-se a si mesmo como campo de análise, mas escapando para uma ficção sua, em que o eu é já um outro, mais profundo e maior. Deste modo, surgem neste livro não apenas as aventuras auto-elogiosas de Zézé Camarinha, como também os inúmeros safaris amorosos de Mr. Johny of the Moustache from Praia da Rocha ou os elogios que são atirados por pares de inglesas platinadas ao excelentíssimo “Linguinha d’Ouro”. Ao lermos as páginas desta obra, descobrimos que o melhor do macho lusitano é sem dúvida o pior do homem português, um ser capaz de desfiar memórias com uma sinceridade desarmante que lhe retira toda a sensatez supostamente adquirida no fim de uma carreira brilhante. Por exemplo, Camarinha é o tipo de machão capaz de assumir, em plena retirada dos areais onde deixava as bifas doidas quando fazia «alongamentos, pinos e esparregatas», que «quando não conseguir levantar o pessegueiro», vai recorrer «ao Viagra». E remata: «Vergonha? Vergonha é roubar e não conseguir fugir!». Ora aí está o espírito honesto e inventivo que se esconde por detrás de um par de óculos bem escuros. Sem ele nenhuma mulher do planeta teria descoberto o prazer, pois, como ele próprio assume a páginas tantas, «antes de se terem lembrado que as mulheres podiam ir à tropa, comigo já elas marchavam todas.» São estas as memórias que ajudam Camarinha a reconstituir o seu passado como um puzzle sem peças perdidas, onde tudo encaixa na perfeição, permitindo-lhe ter resposta para o maior mistério da humanidade. Ora vejam: «Quem sou eu? Sou o último dos machos latinos, que tem o sangue de macho a escorrer nas veias, que sente orgulho em satisfazer as tão necessitadas mulheres que lhe chegam de todo o mundo!» E continua, desvendando os mistérios da sua identidade: «Eu na outra reencarnação devo ter sido penso isofrénico, daqueles da Evax ou da Insónia, pois adoro andar entre as pernas das mulheres!» Felizmente, mesmo na hora da despedida, Camarinha reitera o seu desprezo pelas portuguesas. Está farto de nós. Não faz mal. Como reconhece, ele também já não dá – e cito - «dez seguidas como antigamente!» Retira-se dos areias para explorar o mercado erótico dos bares e deixa um último desejo: «Quando morrer quero que o meu pénis seja embalsamado e cremado, e que as cinzas sejam espalhadas pelas praias do Algarve de Lagos a Faro! Deste modo as praias serão purificadas porque haverá cinza suficiente!»

29
Jun08

Destravados - Gravidez em Grupo

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Sabemos que estamos a ficar velhos quando começamos a olhar de lado para as modas da malta jovem, entre suspiros de “no meu tempo não era assim” e uma vontade incontrolável de partir para a violência e desatar ao sopapo pedagógico. Foi a moda dos Morangos, do Hi5, de escrever com x, de chorar como se os Tokio Hotel fossem o Tony Carreira... Mas pelos vistos nos Estados Unidos há uma nova moda nova da gente nova: ´bora todas ter filhos? “A sério, são super fofos, eu uma vez vi um num anúncio de fraldas e achei o máximo. Ainda são mais fixes do que aquela boneca Violeta de que falaram nas Condutoras de Domingo”. Bom, não foi bem isto que disseram, mas só porque os retransmissores da RDP nos Estados Unidos não funcionam lá muito bem.
17 jovens do liceu de Gloucester terão feito um pacto para engravidarem ao mesmo tempo, para depois poderem criar os pimpolhos todas juntas, numa alegre festarola de pó-de-talco e Milupa. Milupa , esse, que ainda é o alimento principal da roda alimentar destas novas mães, cuja média de idades anda pelos 16 anos.
Vozes indignadas apressaram-se a culpar o filme “Juno” pelo boom de gravidezes nas adolescentes. Bom, no nosso tempo só se engravidava no cinema se se usasse o escurinho da sala para trocar mais do que baldes de pipocas meladas. Mas enfim, era preciso arranjar um culpado, e toca de apontar o dedo ao filme que tinha aquela pita prenha no cartaz. É uma sorte ter sido o “Juno” o filme da moda. Imaginem que era o “Piratas das Caribas”, e acabava toda uma geração empoleirada em barcos, talvez tentando vazar uma vista com um ferro só para usarem um olho de vidro. Ou que se punham a ver o “Citizen Kane” e queriam todas ter trenós chamados Rosebud? Resta saber se, agora que vão passar a ver televisão com os filhos, também vão querer todas formar um clã de Telletubbies só porque parece super divertido.
 

29
Jun08

Pamela Anderson

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Muitos casamentos e hematomas depois, Pamela Anderson reconciliou-se com Tommy Lee. E a união parece inevitável. Para Pamela não há rockeiro como o primeiro. Para Tommy Lee é difícil encontrar outra que venha tão bem equipada com airbags - ainda que não sejam de série - para suportar os embates. É de esperar, assim, um regresso aos filmes e, muito particularmente, uma sequela do clássico «No Iate», parte 2. De acordo com Tommy Lee, os filhos do casal estão bastante entusiasmados. É que há muito não havia tanta animação lá em casa. Quem não vê com bons olhos esta situação é a própria mãe de Pamela. Num desabafo sofrido, a senhora afirmou que a filha «teria uma vida sentimental bem mais simples se fosse lésbica». Uma ideia, de resto, já desmentida pela mãe de Solange F.

24
Jun08

Ruas

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Este domingo vamos dar mais uma boleia, pontualmente às 11h, na Antena 3. O nosso convidado é o Ruas, que lançou recentemente o álbum "Operário do Funk".

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Todos os domingos na Antena 3, entre as 11:00h e as 13:00h. Um programa de Raquel Bulha e Maria João Cruz, com Inês Fonseca Santos, Carla Lima e Joana Marques.

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Condutoras de Domingo é um programa da Antena 3. Um percurso semanal (e satírico) pelos principais assuntos da actualidade e pelo país contemporâneo.

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