as condutoras
Condutoras de Domingo é um programa da Antena 3. Um percurso semanal (e satírico) pelos principais assuntos da actualidade e pelo país contemporâneo.
Todos os domingos na Antena 3, entre as 11:00h e as 13:00h. Um programa de Raquel Bulha e Maria João Cruz, com Inês Fonseca Santos, Carla Lima e Joana Marques.
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Sinais de Luzes - 20 Janeiro
Mínimos
Para Vale e Azevedo. E a aqui a expressão é mesmo esta: mínimos, porque o ex-presidente do Benfica parece fazer os mínimos olímpicos para estar sempre qualificado para a prisão. Ficou-lhe esse instinto da carreira desportiva. Esta semana Vale e Azevedo esteve prestes a voltar para a cadeia. Ao que parece arranjou um esquema fraudulento para pagar as cauções do processo de burla e falsificação de documentos. É caso para dizer que quem sabe, nunca esquece! Por outro lado, também não aprendeu nada de novo porque voltou a ser apanhado. Consta que pediu um financiamento de 5 milhões de euros ao BCP e eles, vá-se lá saber porquê, estranharam! No mesmo dia em que a notícia veio a lume, soube-se também que Vale e Azevedo é acusado de peculato no processo que implica Pimenta Machado. Mais um! A curta carreira de Vale e Azevedo no Benfica deu-lhe para sempre o carimbo de “ex-dirigente”, e dará direito ao estatuto de eterno presidiário. Porque ainda vão descobrir-se centenas de crimes. É tão certo como os rios correrem para o mar. Desde o isqueiro que roubou a uma funcionária do Estádio da Luz, até à cigarrilha que fumou num espaço fechado… Vale e Azevedo está cercado! Nós não queremos levantar falsas suspeitas, mas vejam lá se isto não é estranho. O site do movimento “BASTA – benfiquistas anónimos saturados de tantas aldrabices”, que podem encontrar em www.basta2002.com, não regista qualquer actividade desde Novembro de 2006. Custa a crer que, com Luís Filipe Vieira no poder, os criadores do BASTA não tenham nada a dizer. Só há uma explicação para este silêncio: a morte. E quem mais, no universo benfiquista, pode ser responsável por homicídios? Ok, excluímos Bynia do concurso. Só mesmo Vale e Azevedo. Sempre.

Médios
Para o duelo de titãs: Maddie versus Mari Luz. Ou melhor: clã McCann contra clã Cortés. Uma espécie de Família Superstar, em que em vez de jogarem ao Chuva de Estrelas jogam ao Onde Está o Wally. Juan Cortés, abriu as hostilidades com a seguinte frase: “estamos a sofrer mais que os McCann”. Sabemos que Gerry e Kate já contrataram mais especialistas, pagos a peso de ouro para os ensinarem a sofrer mais e melhor que qualquer espanhol! A velha táctica britânica de passear com ursinhos de peluche à beira mar, em média luz, parece não convencer ninguém. E, há que dizê-lo, o casal Cortés é um rival de peso! Eles têm sangue cigano, é óbvio que ninguém sofre com tanta intensidade! Isso era o mesmo que comparar a garra das Spice Girls com a dos Gipsy Kings! Se quisermos acreditar que estes pais também são suspeitos do desaparecimento da própria filha, temos uma óptima teoria. Ou melhor, uma “linha de investigação”, como gostam de dizer os entendidos. A família Cortés, habituada a seguir a moda e a estar sempre um passo à frente no mundo da contrafacção, viu o sucesso de Maddie e não perdeu tempo. Depois de vender muitos DVDs dos Piratas das Caraíbas e muitas calças Leves em vez de Levis, decidiram importar este conceito de “criança de 5 anos desaparecida”. Mas aqui os McCann tomam novamente a dianteira. Maddie já tem muitas internacionalizações A – já foi vista da Holanda a Marrocos. E os pais já garantiram muitas estrelas. De Ronaldo a Beckham, todos apelaram por Maddie. Já Mari Luz, mereceu o quê? A solidariedade de Beto, jogador do Huelva. Até no 24horas o tratamento é diferente: ao bonito slogan “Encontrem a Maddie”, opõe-se um singelo “Onde está Mari Luz?”. Como se encontrar a miúda não fosse assim tão crucial, bastando que ela envie uma carta a dizer onde foi. A competição parece viciada à partida mas nunca se sabe. Não vamos perder os próximos episódios.


Máximos
Para o gás, de maneira geral. Se a cidade de Lisboa, de segunda a sexta, costuma ser uma espécie de engarrafamento gigante, esta quarta-feira mais parecia uma enorme bebida gaseificada. Tal era o cheiro a gás que se fazia sentir. A zona da cidade universitária transformou-se num daqueles espumantes que todos insistem a chamar champanhe, mesmo tendo custado 2 euros no Minipreço. Felizmente não chegámos à fase do brinde, não houve explosão. Mas houve tudo a que os lisboetas tinham direito: pânico, indisposições, pessoas hospitalizadas, emissões em directo no local, especialistas em estúdio a falar do sucedido. Ou do não sucedido, neste caso. Era só um químico num frasquinho, uma experiência qualquer que os alunos de farmácia atiraram cano abaixo. Foi mais um não-acontecimento a marcar a actualidade nacional. Faz lembrar aquelas malas todas que explodiram na altura do 11 de Setembro, coitadas… só porque alguém se esqueceu da lancheira com o almoço no metro do Areeiro! Por falar em esquecimentos, e em gás…! Vale a pena viajar mais para Norte para um acontecimento como deve ser. A namorada de Mauro Santos, um dos detidos na operação Noite Branca, foi visitá-lo à cadeia. E, coitada, antes de passar no detector de metais, esqueceu-se de tirar dos bolsos as chaves de casa, os óculos de sol e… uma lata de gás pimenta. Ana Filipa disse à imprensa que foi sem querer: “não sou doida para fazer uma coisa destas. Foi a minha inocência”. Acrescentou que anda sempre com aquela arma para se defender. Foi mais ou menos isto que disseram o namorado, Mauro Santos e o amigo, Bruno Pidá, depois de despejarem o carregamento das metralhadoras em cima dos gangs rivais. Quer dizer, não foram eles. Foi a sua inocência!


publicado por condutoras de domingo às 13:00
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