as condutoras
Condutoras de Domingo é um programa da Antena 3. Um percurso semanal (e satírico) pelos principais assuntos da actualidade e pelo país contemporâneo.
Todos os domingos na Antena 3, entre as 11:00h e as 13:00h. Um programa de Raquel Bulha e Maria João Cruz, com Inês Fonseca Santos, Carla Lima e Joana Marques.
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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
Joaqum Monchique

Este domingo, a abrir o mês de Março, vamos estar à conversa com o actor Joaquim Monchique, que continua em cena com o Paranormal e continua a ter muitas histórias para contar, com a boa disposição habitual. Como sempre, das 11:00h às 13:00h na Antena 3.

 


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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008
Sinais de Luzes - 24 de Fevereiro
Mínimos
Para quem anda a fazer macumba ao Makukula. Já é demais! Tudo começou há uns meses, na estreia pela selecção. Um dia que devia ser de festa transformou-se numa data traumatizante, quando Makukula descobriu que não tinha levado… chuteiras. Isto parece aqueles pesadelos em que vamos a andar pela rua e de repente percebemos que estamos nus. Mas aí tudo passa quando acordamos. O caso de Makukula é bem mais grave. A maré de azar que o atacou não parece disposta a ir-se embora. Ainda mal refeito do episódio das chuteiras, o universo quis que fosse ele a esperança de 6 milhões de benfiquistas. Um rapaz que ainda ontem estava em Kinshasa a jogar ao pião, de repente transforma-se em D. Sebastião da Luz. Logo ele, que nunca prometeu golos, nem gosta de andar envolto em nevoeiro. Mas o karma do craque não fica por aqui. Esta semana desapareceram-lhe da conta 200 mil euros. O seu empresário, Ricardo Rodrigues, tinha-se oferecido amavelmente para os levantar e pagar a pronto um apartamento para o jogador. Já não pode uma pessoa ter boas intenções, que logo o Destino faz das suas. Assistimos a verdadeira magia negra, já que o agente diz ter sido sequestrado por 4 africanos, que o abandonaram de pés e mãos atadas na Estação de Alhos Vedros, e levaram o dinheiro de Makukula. A má sorte acabou aqui? Não. No dia seguinte o benfiquista viajou para Nuremberga, onde toda a equipa ficou meia hora pendurada, à espera dos seus champôs. Isso mesmo. Entre tantas malas, de tanto jogador metrossexual, só uma se extraviou. O pequeno necessaire do grande Makukula. Ao pé disto, o Mantorras é um homem sortudo. É caso para modificar o apelo, e pedir aos astros: “deixem jogar o Makukula!”.

Médios
Para uma dona de casa algarvia que achou por bem, aos 57 anos, lançar-se na carreira de traficante de estupefacientes. Mais precisamente, anfetaminas vindas do Brasil. O pior nem foi isto. É que em certas profissões, como a de dealer, os meios justificam os fins. A finalidade da senhora é que foi totalmente errado! Uma coisa é vender droga para fazer as pessoas felizes, para se alhearem dos problemas, para verem unicórnios cor-de-rosa, para curar a ressaca, seja o que for. Agora, vender droga a outras senhoras de meia-idade para emagrecerem é apenas parvo! Toda a gente sabe que as viciadas em dietas são tão vulneráveis como as pessoas com dívidas, doentes, ou com filhos desaparecidos. Só que em vez de recorrerem a videntes africanos, recorrem a qualquer ervanária que as faça perder meio kg. Não vale a pena importar droga, basta dizer-lhes que o chá verde do Pingo Doce é miraculoso. Felizmente, a Polícia Judiciária, em mais uma operação com nome digno de novela – Operação Manter a Linha – acabou com este disparate. Apostamos que foi a primeira vez que uma rusga teve lugar não num bairro degradado, nem numa praia semi-deserta, mas sim num salão de cabeleireiro, ou numa boutique. Lugares privilegiados para este tráfico de anfetaminas. O modus operandis era simples. Esta doméstica de Lagos não tinha de fazer muito mais do que andar pela rua e esperar que lhe dissessem “ai está tão magra, como é que fez?”. O que podemos sugerir a esta senhora, que agora aguarda julgamento na prisão, é que se junte à Herbalife. Para quê complicar? O método é exactamente o mesmo e nem vai ter que andar aí a segredar pelos corredores da cadeia. Pode usar orgulhosamente um crachá a dizer “quer perder peso? Pergunte-me como!”, e quando sair em liberdade, terá um Porsche à sua espera. Equipado com o célebre autocolante “Trabalhe a partir de casa”.

Máximos
Para Fidel Castro. Que finalmente percebeu que talvez estivesse na altura de se retirar. Demorou um bocadinho a chegar lá mas sempre ouvimos dizer que “depressa e bem não há quem”. Além do mais a rapidez não é uma das qualidades do comandante, como vimos ao longo dos anos nos seus discursos de 10 horas. De resto, nos últimos tempos as notícias que saíram sobre Fidel Castro assemelhavam-se mais a um Boletim Clínico do que a Notas de imprensa. Em 2001 desmaiou a meio dum desses concisos discursos, em 2003 estampou-se em pleno mausoléu do Che Guevara, em 2006 foi operado ao intestino… Por este andar, só havia duas notícias possíveis para saírem agora. Ou: “Fidel cai de um escadote ao tentar alcançar umas bolachas digestivas para molhar no leite”, ou: “Fidel renuncia à Presidência.” A verdade é que, depois de ter trocado o fato de guerrilheiro pelo fato de treino, o mais provável é que a próxima aparição do ditador fosse em pijama e roupão. Assim, tomou a decisão mais acertada, retirando-se para uma merecida reforma dourada. Agora vai poder fazer tudo o que fazem as pessoas da sua idade, em Cuba: ficar em casa à espera que passe o embargo dos EUA e possam curar as disenterias com coca-cola verdadeira, e não aquelas imitações cubanas. Apesar da sensatez da retirada, El Comandante avisou logo que vai continuar a publicar as suas reflexões nos jornais. Traçando um paralelo com o caso português, Fidel vai passar a ser uma espécie de Pacheco Pereira. Mas com argumentos um bocadinho mais fortes do que “ter o blog mais visitado do país”. O presidente demissionário já tem na calha o sucessor, que é, curiosamente, o seu irmão Raul. E comparando ainda os dois países, assim de repente, sentimos um enorme alívio por não conhecermos nenhum irmão a Alberto João Jardim.



publicado por condutoras de domingo às 13:00
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Hoje Deviam Fazer Anos
Hoje devia fazer anos... José Sócrates. Já se percebeu que em Portugal ele está à vontade para fazer as festas que quiser, como bem lhe apetecer. E já que assim é, mais vale fazer anos, que sempre é uma justificação mais plausível para andar sempre aos saltinhos e a correr maratonas, do que apenas ser “primeiro-ministro” de Portugal. Grande coisa… Nós vimos a entrevista desta semana. Sim, apesar de não estar entre os 5 programas mais vistos da noite, fazemos parte da minoria que preferiu ver Sócrates de gravata cinzenta na SIC, em vez de Rogério Samora com uma túnica garrida na TVI. Não ficámos a saber muito sobre futuras medidas do Governo, mas ficámos com uma certeza. Hoje, para apagarem as velas do seu bolo, Sócrates poderá contar com Ricardo Costa e Nicolau Santos. O primeiro, levará o irmão António, o segundo, vai com certeza escolher um lacinho em tom de festa para a ocasião. É que ambos os jornalistas deram prova, na passada segunda-feira, de que se portam muito bem, e não incomodam nada. São as visitas ideais para ter lá em casa hoje, que é dia de festa. Eles mal se ouvem, não fazem perguntas inconvenientes, e ajudarão o menino dos anos a brilhar neste dia tão especial. Para ajudar à festa, Sócrates pode contar com aquelas criancinhas que serviram de figurantes aqui há uns tempos para as demonstrações do plano tecnológico. Dão sempre imensa cor, ficam bem em qualquer aniversário. Se quiser contemplar outras faixas etárias, pode trazer aqueles velhotes que vieram da província enganados, para abanar bandeirinhas quando ele venceu as eleições. Quem se deixa aldrabar uma vez, deixa duas. Até porque agora já estão mais senis do que há três anos. Esperamos que a casa do primeiro-ministro seja grande, para que ele possa receber ainda os antigos colegas do curso de Engenharia – se é que chegou a conhecer algum, e a malta a quem amavelmente fez marquises e avançados. Resta-nos desejar a todos uma grande farra. Comam muitos doucheses, que depois queimam tudo na próxima maratona. Com Sócrates a liderar o pelotão. Muitos parabéns!


publicado por condutoras de domingo às 12:14
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Destravados - Michael Jackson
E abrimos alas ao Rei da Pop, Michael Jackson. Que além de Rei da Pop, é também rei da comichice. Que o digam os organizadores da gala dos Grammys, que tiveram de o desconvidar da cerimónia, tudo por causa da lista de exigências do cantor que já foi negro mas que agora tem o mesmo tom de pele de um habitante dos Alpes.

 
Michael Jackson pediu nada mais, nada menos do que o seguinte para aceitar estar presente na 50ª Gala dos Grammy: exigiu que toda a cerimónia lhe fosse dedicada, que o seu nome fosse referido enquanto Rei da Pop pelo menos 30 vezes e que fosse criado um novo prémio em sua honra, o qual seria entregue por alguém à sua escolha. É como só aceitar ir a um casamento se pudermos ir com um vestido igualzinho ao da noiva e se tivermos exclusividade sobre a mesa de doces. Nós, apesar de tudo, achamos que Jacko foi comedido: podia ter-se lembrado de exigir que os troféus em forma de grafonola dourada fossem trocados por uma mini-réplica dourada sua. E a esta hora lá estaria a pobre Amy com cinco estatuetas de nariz a desfazer-se lá por casa, o que não dá jeito nenhum.
Michael Jackson só aceitou soprar no nosso balão depois de lhe termos chamado 70 vezes “oh, todo poderoso Mestre da Galáxia” e de termos feito toda uma dança moonwalk em sua homenagem. É lá está: marcou uns impressionantes 2.8 na nossa escala de destravadice. Um clássico é sempre um clássico.


publicado por condutoras de domingo às 11:55
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Premonições e Moita Flores
Um dos acontecimentos que mais nos espantou – e aterrou! – esta semana, nem foi tanto pelo facto em si, mas por ter sido adivinhado e previsto há uns tempos aqui neste singelo espacinho da Antena 3. Se soubéssemos o que sabemos hoje, estávamos caladinhas e não nos púnhamos a fazer piadinhas com coisas sérias. É que elas depois acontecem. É isso mesmo. Há umas semanas, a propósito da greve dos argumentistas norte-americanos e da notícia de que o casal MCcann estaria a negociar a produção de um filme sobre o desaparecimento da pequena Maddie, construímos a tese de que, caso isso acontecesse, à falta de gente que escrevesse guiões em Hollywood, eles teriam de se virar para argumentistas de fora. “E vai que contratavam o Moita Flores?”, perguntávamos nós na altura. Sim, e vai que era ele a escrever o filme? O nosso medo na altura era que a Filomena Gonçalves acabasse a fazer de Kate MCcann, com uma daquelas perucas da Ferreirinha. Medo! Bom, não foram produtores de Hollywood mas foi uma “televisão estrangeira” a fazer a encomenda. E o facto é que Moita Flores está mesmo a escrever a história da pequena Maddie. Tal como nós previmos... e sem ajuda da madame Fonseca Santos. Isto faz-nos temer por muita coisa que já aqui dissemos. Vai que temos mesmo capacidades premonitórias? Nesse caso, vamos já aqui buscar qualquer coisa à notícia, a ver se funciona. Ora bem: diz o Diário de Notícias, por exemplo, que Moita Flores pretende fazer um “trabalho "bem feito e com seriedade", em nome do interesse público, com a história a ser contada num tom inspirado em David Linch e na sua obra Quem Matou Laura Palmer? Será que vamos ter o infernal retrato da pequena Maddie espalhado outra vez por todo o lado, só que rodeado de um saco plástico e salpicado de água? Se assim for, ao menos fechem os olhos à garota em photoshop. Só para não ser tão sinistro.
Mas, também se pode dar o caso de Moita Flores copiar de tal modo o estilo de David Lynch, e fazer uma coisa de tal modo misteriosa e envolta em penumbras que nunca ninguém a chegue a ver. É que o presidente da Câmara de Santarém – sim, é o que ele é também – diz que recebeu “um convite de uma televisão estrangeira”, que é o equivalente a dizer “ estou aí com uns projectos” ou “tenho aí uns contactos”. E toda a gente sabe o que isto quer dizer.
Nada!


publicado por condutoras de domingo às 11:50
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Estação de Serviço - Globo Meteorológico
Hoje parámos na Estação de Serviço para comprar o objecto que nos salvará de futuros dilúvios. E não, não vou falar de guarda-chuvas. É que além disso ser previsível, vai absolutamente contra os meus princípios. Eu sinto-me até capaz de fundar um movimento contra os guarda-chuvas, se alguém quiser integrá-lo é só dizer. Não há objecto mais estúpido que o guarda-chuva. Além de não cumprir a sua função, porque as pessoas ficam encharcadas na mesma, é uma contundente arma branca. Ou de padrões e flores, depende dos gostos. As pessoas deviam ter licença de porte de guarda-chuva, antes de andarem aí a abri-los à confiança. Eu acho que estão sempre apontados a mim para me vazarem um olho. Mas isso é um assunto para a psicoterapia. Aqui vou falar do que interessa. É o último grito nos artigos do clima. Vence desumidificadores e tudo. Chama-se Estação Meteorológica “Globo”. Segundo o fabricante é um instrumento de latão genuíno. O que é mais ou menos o mesmo que falar em “puro plástico” ou “ferro maciço”. E a tentativa de valorização de materiais menores continua, quando falam em “robusto plexiglass”, como se fosse cristal. Mas aqui merecem uma vénia, que tudo o que envolve plexiglass tem dignidade acrescida.

Esta Estação assinala com precisão e rapidez variações barométricas, temperatura e humidade. Isto é tornar verdade o sonho dos professores de Geografia do país, que tentam há décadas interessar as crianças por aqueles mapas pluviométricos tão bonitos. Leio aqui que a estação “ficará perfeita na sala ou no quarto, e a sua estrutura satélite espantará grandes e pequenos”. Lá isso é verdade. Todas as condutoras ficaram espantadas. As grandes e eu. Usámos o globo hoje antes de sair de casa e estamos encantadas com o resultado. É certo que dá para muitas interpretações: algumas de nós estão de calções e chinelos, outras de impermeável e eu vim de samarra e cachecol. É que é difícil afinar este Globo. Mas também toda a gente sabe que desde que o Antímio de Azevedo se retirou da televisão que a meteorologia deixou de ser uma ciência exacta. Agora, ao adquirir esta fabulosa estaçao, podemos tornar-nos, literalmente, os mandachuvas lá do bairro. Parece que já estou a ver, as vizinhas a baterem-me à porta para saberem a previsão do tempo para amanhã. E eu, do cimo das escadas a dizer que se espera alguma precipitação nas Terras Altas. Esta Estação Globo, “de fabrico alemão, é uma máquina eficiente e precisa, de linhas elegantes, que embelezará qualquer ambiente onde desejar colocá-la”. Eu acho que vamos pô-la aqui mesmo no tablier do carro, para que o Mundo possa partilhar connosco esta alegria. A alegria de ter gasto 109€ num bibelot que, ao fim de muitas horas, cálculos e equações, nos diz o mesmo que vemos nos boletins meteorológicos ou no jornal. Ou o mesmo que sabemos pondo o braço fora da janela.


publicado por condutoras de domingo às 11:45
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Super Aforro
Nós já nos habituámos a viver com os anúncios da grelha da Sic Notícias, já esquecemos os anúncios do Xau, e já lidamos com naturalidade com a sequência de musicais dançantes do Continente, ao som de “Ontem, Hoje e Amanhã”. Mas há apelos que são demasiado fortes, é preciso parar e pensar sobre isso. O novo anúncio da Super Cola 3, por exemplo, em que um homem é colado ao tecto, de pernas para o ar... será que é preciso pôr a passar em rodapé instruções claras para não tentar fazer aquilo em casa? Será que existem, em pleno séc. XXI, donas de casa dispostas a experimentar colar os seus mais novos no telhado? E chegámos a esta conclusão depois de vermos um intervalo inteiro. 10 minutos de publicidade bastaram para perceber que a linha que separa realidade e ficção é demasiado ténue. Basta ver o caso do Jorge Gabriel, que no novo anúncio do Millenium aparece estilo Pai Natal, cheio de espuma de barbear. Mas a estética de conto de fadas fica-se mesmo pela semelhança da barba, porque tudo o resto parece saído dum filme de terror. Jorge Gabriel está em pânico, sem se poder libertar daquela cadeira, enquanto o barbeiro passa a lâmina na sua cara com demasiada velocidade. O BCP fez assim, nem mais nem menos, do que a versão portuguesa de Sweeney Todd. O que é admirável, em 30 segundos. Mas é capaz de não servir os interesses do banco… É que depois de assistir àquilo ficamos com mais vontade que o “Super Aforro” seja mesmo um super-herói para salvar o apresentador, do que uma fantástica poupança para ganharmos mais uns euros. O que interessa isso quando está em jogo uma vida humana?


publicado por condutoras de domingo às 11:41
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Esperança de Vida

O País anda tão submerso em cheias e desemprego e chamadas de INEM surreais e mudança de ministros que nem se deu conta desta notícia: o Instituto Nacional de Estatísticas, mais conhecido por INE, divulgou que a esperança de vida em Portugal aumentou um mês.
Esta notícia devia ser supostamente boa mas fez as condutoras reflectirem por três motivos. Primeiro: Sinceramente o que é que se faz em um mês? Ainda se fosse um ano, mas um mês não dá para nada. Nem dá para frequentar um curso de Pintura Tradicional em Azulejo na Universidade Sénior… Segundo: Quando se é recém-nascido dá jeito porque assim sabemos que pelo menos um mês de vida já cá canta… Agora com 99 anos, acamado e a babar, de que serve mais um mês de vida? Pede-se ao senhor da casa funerária que espere mais um mês pelo enterro? Só se formos o Manoel de Oliveira que, mesmo com 100 anos, se lhe dessem mais um mês de vida, fazia mais 2 filmes, 5 palestras e 3 ciclos de cinema. Terceiro: a fonte desta notícia dá um pouco que pensar. Não foi o INE que se enganou e aumentou a taxa de desemprego por um dos funcionários estar doente e não ter lido um email? Oxalá que não tenha acontecido a mesma coisa neste caso e, afinal, a esperança de vida tenha diminuído…
Mas apesar disto tudo, as condutoras esperam que o nosso Primeiro-Ministro José Sócrates ande tão ocupado a engomar os seus belos fatos e gravatas, que nem tenha dado por esta notícia senão a lei da reforma passa para os 65 anos… e um mês!


publicado por condutoras de domingo às 11:39
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Horóscopo - Alexandra Lencastre
Fascinados pelo mundo do espectáculo, por nele existirem tantas e tão brilhantes estrelas, os astros resolveram, esta semana, seguir de perto a reestruturação familiar de uma das suas stars preferidas: Alexandra Lencastre. Seja compreensiva e tenha calma com as revelações sobre as suas relações de sangue. Não há que remar contra a maré das evidências. Você está mais do que habituada a pares polémicos e, com uma boa dose de boa vontade, conseguirá certamente encontrar espaço e calor, no coração que se esconde debaixo do seu enorme decote, para acolher o amor de uma irmã. Só assim viverá com fraternidade neste mundo que insiste em ser real. Seja generosa e lembre-se de que, tal como o seu nome indica, você é, por natureza, um ser protector. Você sabe o que é seu e sabe distinguir a realidade da ficção. Mesmo que, neste momento, a vida tente confundi-la e enfiá-la à força numa novela que a TVI compraria sem pestanejar. O que significa que, no campo do dinheiro, dificilmente terá preocupações nos próximos anos. Poderá sempre compensar a divisão da herança com a venda dos direitos da sua história familiar para a criação de um telefilme, de uma novela ou de um daqueles casos reais que a TVI tem conseguido transformar, com esmero, na pior ficção nacional. Para além disso, os astros prevêem que, se for esta a sua decisão, você será garantidamente escolhida para protagonista.

Conselho final dos astros para a mega e deslumbrante estrela Alexandra Lencastre: seja sempre compreensiva com a sua nova irmã. Deixe a crueldade para as suas personagens do pequeno ecrã e nunca se esqueça de que a instabilidade emocional pode aumentar o apetite e as rugas e você não vai querer nunca que se note que é mais velha sete meses do que a sua nova irmã.


publicado por condutoras de domingo às 11:30
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Choque Frontal - Casinos
Se para os chineses este é o Ano do Rato, para os portugueses é, sem dúvida, o Ano dos Casinos. E isto não é sinónimo de prosperidade. Significa apenas que o cenário típico da vida nacional deixou de ser o Café Central e passou a ser o Casino mais próximo. Nunca a lei do jogo tinha sido tão citada, fora do programa do Rui Santos ou do Trio de Ataque. Ou porque se fuma nos casinos e não se pode, ou porque afinal já se pode, ou porque a malta do Casino de Lisboa vai ficar com o edifício no final da concessão. Na origem de tudo isto está, uma vez mais, uma grande desilusão. Logo agora que Telmo Correia tinha provado que os políticos afinal trabalham, passam até noites em claro a trabalhar, a assinar despachos… Cai tudo pela base. É o próprio Telmo quem vem dizer que só assinou 18, e mesmo esses eram louvores para as pessoas que trabalharam com ele. Isto sim corresponde à imagem de governante que tínhamos até aqui. Ainda tivemos uma derradeira esperança, com Santana Lopes. Pensámos que num gesto de altruísmo e solidariedade tinha resolvido oferecer os terrenos aos rapazes do Casino. Mas não. Nem isso. Santana já veio dizer, exaltado: “acham que íamos dar um Casino a quem não tem sítio para guardar o dinheiro? Não tenho pena nenhuma deles”. Mais uma vez, confirma-se a sabedoria popular. Os políticos não têm coração. Estão todos a fazer aquela brincadeira da Batata Quente, e a Lei deste Jogo é só uma: “passa a outro e não ao mesmo”. Telmo tinha a mais pura convicção de que havia acordos anteriores com a malta da Estoril Sol. Está inocente. A malta da Estoril Sol diz que enviou uma carta para Telmo apenas para reforçar o acordo já existente com o governo. São inocentes. Santana reconhece que a carta foi “infeliz”, mas não tem nada a ver com isso. É claramente inocente. Durão Barroso nega ter conhecimento de qualquer acordo. E ele agora é mais inocente que ninguém, já que é candidato a Nobel da Paz.

Posto isto, é bom que Guterres comece a preparar a sua defesa, porque é o próximo primeiro-ministro na calha. Não são precisos argumentos muito fortes, como se vê. Basta qualquer coisa como: “portuguesas e portugueses, tenho uma consulta agora ao meio-dia, falem com o Cavaco”. Cavaco, por sua vez, pode dizer que nunca frequentou casinos e raramente alinhou em jogos de azar, nem mesmo em Boliqueime. E como anda em visitas presidenciais tem motivos de sobra para passar a bola a Mário Soares. Continuando assim o mais provável é que venhamos a descobrir que o culpado é Teófilo Braga, que nos tempos da I República pensou que seria engraçado ajudar uns burgueses do Estoril a fazer umas trocas comerciais ali junto ao rio Tejo.


publicado por condutoras de domingo às 11:25
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As Cheias, a Maria Elisa e a Dona Augusta

Esta semana, muitos portugueses pensaram que estava na hora de pegar em casais de animais e nalguns pedaços de contraplacado e construir uma Arca de Noé. As chuvas caíram torrencialmente, provocando caos e destruição como há muito não se via no nosso país. Ao longo da passada segunda-feira foram mesmo especuladas culpas pela situação de catástrofe, com Ministro do Ambiente e autarquias a trocarem bocas e indirectas. Mas nós sabemos de quem foi a verdadeira culpa: de Maria Elisa.
A jornalista passou parte considerável do serão anterior a recordar as cheias de 67. E o que é que acontece depois? Cai um vendaval durante a noite e sucedem as piores cheias desde 67. Maria Elisa irritou os deuses da meteorologia e foi o que se viu. Até temos medo de ver o tema do programa que vai fazer esta noite.  A situação foi obviamente alarmante, mas não faltou quem seguisse a máxima dos Monty Python de “always look on the bright side of life”. Que é como quem diz: houve quem tenha conseguido aproveitar as partes boas da situação. Foi o caso de uma senhora que apareceu no noticiário da SIC: água pelos joelhos, sacos de plástico do Minipreço por todo o lado e um sorriso nos lábios. Tudo porque tinha aproveitado caos das enchentes para agarrar tudo o que passava por si a boiar. “Já tenho um gel duche e uma camisola”, dizia orgulhosa. Quando questionada pelo jornalista sobre o porquê de estar a voltar a essa prática milenar e digna das Cruzadas que é a pilhagem, a senhora respondeu em jeito guinchado e queixinhas: “vi os outros a fazer e fiz também”. O que é ficar-se com a casa tipo Aquaparque quando se pode ter um Badedas à borla? Há que ter prioridades, que as mistelas para lavar o corpo estão pela hora da morte. Outro fenómeno interessante foi o do apelo ao chamado “jornalismo do cidadão”. Bastava um telemóvel com câmara fotográfica para se poder ser um honroso candidato a um Pulitzer. Os canais de televisão exaltaram a importância do cidadão comum, por um dia essencial aos serviços informativos por chegar onde os outros apenas almejam. Esperamos apenas que esta vaga de “jornalismo do cidadão” não se fique por aqui e que tenhamos em breve a Dona Augusta de Monte Abrãao a apresentar o Jornal da Noite. Talvez não fique tão bem de decote como a Clara de Sousa, mas não se pode ter tudo.


publicado por condutoras de domingo às 11:20
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Agarrado ao Pára-Choques - O Couvert
A Associação Portuguesa de Direito do Consumo lançou esta semana um alerta capaz de mudar, para melhor, a vida de centenas de portugueses. Qualquer consumidor pode recusar-se a pagar o couvert nos restaurantes, mesmo que o tenha comido. Finalmente percebemos que a mais velha, e pior, piada de sempre tem fundamento! Aquela cena feita e refeita 100 vezes pelos Malucos do Riso, naquele cenário de marisqueira. Eu não queria mas… Vou contar. O empregado quer cobrar a um casal 1€ pelo pão, que eles não comeram. E diz-lhes: “não comeram porque não quiseram, que ele estava em cima da mesa”. Ao que o senhor responde: “então deve-me 50€ por ter apalpado a minha mulher”. O empregado nega tudo, mas o homem diz: “não apalpou porque não quis, ela sempre esteve aqui”. E pronto. Depois disto o quê? Aqueles olhos a sair das órbitas à la Malucos do Riso, gargalhadas enlatadas, alguma náusea por parte do espectador e … nada. O assunto caía sempre no esquecimento. Nunca foi tratado com a seriedade merecida. Mas chegam agora os Defensores do Consumidor para nos salvar. A questão resume-se a isto: o que não pedimos, não temos de pagar.

Ora se em cima da mesa já estão pães, tostas, manteigas, patês, queijos de Nisa, presunto serrano e pastéis de bacalhau, isto são ofertas da casa. Se lá estiver também um bonito candelabro, quatro bases para copos, um saleiro, um pimenteiro, um centro de mesa, pratos e talheres, podemos sentir-nos à vontade para levar. Nós não pedimos a ninguém para trazer a toalha, nem os guardanapos, nem mesmo a cadeira onde nos sentamos por isso… Se quiseram oferecer, sujeitam-se à nossa livre – e correcta – interpretação da lei. Acho que podemos até começar a ir jantar fora e ficar só pelo couvert. Depois do pãozinho levantamo-nos, agradecemos (porque é de bom tom) e saímos. Segundo a lei, “o consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado”. Acho que isto deve estender-se a outras áreas de actividade. Por ex: no hipermercado nós não pedimos nada. Se aquelas coisas estão ali todas ao alcance da mão é porque podemos trazer. O mesmo quando vamos ao médico. Tirando as pessoas mais dramáticas, que se ajoelham e suplicam “doutor, cure-me por favor!”, nós vamos simplesmente ouvir o que têm para dizer. Não solicitamos nada. E o mesmo se passa com as portagens, ou os parques de estacionamento. Eu nunca pedi a ninguém que me fizesse parar no meio da auto-estrada, ou que me deixasse parar o carro entre dois tracinhos. Não encomendei o serviço, não tenho de o pagar. “Não há almoços grátis” é uma frase que passou à história a partir deste momento!


publicado por condutoras de domingo às 11:15
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O que é Nacional é Bonzinho - Droga na PJ
Nós já sabíamos que Portugal é um país pequeno, onde famílias inteiras se amontoam em pequenos T2s e T1s, onde as estradas são poucas e apertadas para tantos carros, onde os deputados da Assembleia da República se sentam tão coladinhos uns aos outros que nem se percebe a diferença de bancada para bancada, em suma, um país onde há uma enorme falta de espaço. O que nós não sabíamos é que este problema também atinge, há cerca de duas décadas, os cofres da Polícia Judiciária. Ou devo dizer as caves? Talvez, tendo em conta que é lá que se acumulam, há coisa de 20 anos, doses de droga capazes de pôr 10 milhões de portugueses “em altas”. A culpa parece ser dos tribunais que têm que dar ordem de destruição das centenas de quilos de estupefacientes abandonados no cofre da Direcção Central de Investigação ao Tráfico de Estupefacientes da PJ, na Avenida Duque de Loulé, em Lisboa, aqui tão perto. Ora, isto leva-me a pensar que os juízes estão convencidos de que a droga é como o vinho: bem armazenado, numa sala escura, fica ainda melhor. Neste momento, alguém deve estar a pensar «Uhmm... Que bela festa vai ser aquela, com direito a uma boa dose de Cannabis Reserva Quinta da PJ Colheita 1988». Mas desiludam-se, caros magistrados, a droga estraga-se, seca, altera-se. Por isso, e tendo em conta que a nossa atitude ecológica e verde nos obriga a lutar contra todo e qualquer tipo de desperdício, recomendamos o seguinte aos funcionários da PJ que já não sabem onde armazenar as várias toneladas de estupefacientes que recebem anualmente: rapazes, das duas uma, ou organizam uma mega-festa de droga vintage que, certamente e se tiverem por aí muita coca, é capaz de se tornar no evento mais bem frequentado, concorrido e badalado de sempre na História da Borga Nacional, ou, se acreditarem no chamado efeito placebo, vão por este país fora, de sala de chuto em sala de chuto, distribuir saquinhos pelos toxicodependentes. A escolha é difícil, eu sei, nunca se deve propor como alternativa ao bem comum o lazer desenfreado, mas qualquer das hipóteses demonstraria que a PJ não está nada paralisada e que até faz mais do que os serviços mínimos garantidos, ao contrário do que anda para aí a dizer o investigador criminal Carlos Anjo. Se nada disto funcionar e tiverem mesmo que esperar pelas ordens do tribunal, o meu conselho não pode deixar de ser dado aos ouvintes, visto que a PJ terá mesmo que aguardar. Caro ouvinte, de agora em diante, ponha o ouvido à escuta, esteja atento, informe-se, tente descobrir onde e quando vai ser incinerada esta dose cavalar de droga e, assim sem mais, sem gastos, sem preocupações, sem a polícia à perna, apanhe a moca da sua vida.


publicado por condutoras de domingo às 11:12
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Lei do Tabaco
Por falar em cigarrinhos: os defensores do tabaco continuam determinados em arranjar uma boa “excepção” para que se possa fumar em lugares fechados. Esta semana, a Associação de Bares e Discotecas da Zona Histórica do Porto saiu-se com esta interessante e curiosa ideia: transformar os bares e discotecas em associações culturais e recreativas sem fins lucrativos. Toda a gente se apressou em repudiar esta ideia mas, francamente, achamos que foi uma atitude precipitada. Se pensarmos melhor, esta aproximação das discotecas aos clubes recreativos até é capaz de ser bem boa. Se for uma associação sem fins lucrativos, significa que não podem fazer dinheiro, logo não pode haver caixa, logo os copos são à borla. E isso é bom para todos. A noite transforma-se numa enorme happy hour. É certo que sendo um clube recreativo, em vez de um DJ, vamos passar a ter de gramar com bandas de versões foleiras, com nomes como “Quartzo 2000” ou “Conjunto Bruno e Valter”. Mas também se a bebida for de graça ninguém vai estar sóbrio o suficiente para se importar com isso. De qualquer maneira, não deveria ser isto que a Associação de Bares e Discotecas do Porto teria em mente quando pensou nesta proposta que, lembramos, tem como único objectivo contornar a lei do tabaco. Mas, ser era de facto, para aproximar a vida nocturna do imaginário mais popular e típico, então, não era preciso ir para as associações recreativas. As feiras, também, são muito boas e também metem bailaricos. E se pensarmos bem, tem muito mais a ver com a noite do Porto. É uma questão de pôr os carrinhos de choque a andar mais depressa e de substituir as espingardas das barracas de tirinhos por metralhadoras a sério. Ainda assim, não nos parece que seja por aqui que vão conseguir a tão desejada permissão para fumar. Já tentaram o estatuto de casinos, agora as discotecas querem ser associações recreativas. As Condutoras têm uma ideia muito melhor: peçam o estatuto de cinzeiro. É capaz de resultar melhor.

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publicado por condutoras de domingo às 11:10
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ASAE contra ASAE
Há uns anos apareceu um Oscarizado filme chamado “Kramer Contra Kramer”. Pois esta semana ficámos a par de informações que dariam uma longa-metragem de seu nome “ASAE Vs ASAE”. Isto porque a ASAE está a faltar ao respeito a ela própria. Anda armada em bipolar, oscilando duas personalidades diferentes que não se conjugam e ameaçam andar à batatada. Como se fossem duas gémeas daquelas das novelas da TVI, uma boazinha e outra má como as cobras. O Jornal de Notícias publicou que a sede da Direcção Regional do Norte da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, no Porto, não cumpre algumas das regras que aquela mesma entidade obriga tudo o que é estabelecimento e vendedor de Bolas de Berlim a cumprir. Parece um daqueles progenitores que proíbem uma coisa ao filho na base do tabefe e que depois vai ele próprio fazê-lo.”Ah, não podes estragar o apetite para o jantar”, e depois toca de se irem alambazar com gomas azuis e chantilly daquele em spray. A dita sede não faz a coisa por menos e tem um impressionante rol de infracções: falta-lhe o dístico vermelho de proibido fumar, tem um aviso escrito apenas em português (quando tem também de incluir o francês e o inglês), não tem o horário de funcionamento afixado, não tem extintor nem sinalética, não tem protecção nas lâmpadas fluorescentes e tem um balde do lixo sem tampa. Ora estamos portanto perante um caso em que a ASAE… pode fechar a própria ASAE. Nós sabíamos que era uma questão de tempo até este dia chegar: com a quantidade de sítios que já fecharam começavam de facto a escassear alternativas. Mas há que relembrar que a própria ASAE não se rege pelos mesmo princípios do que nós, comuns mortais que não “amukinamos” devidamente todo o nosso espaço circundante. Basta relembrar o célebre caso do “cigarrinho no Casino”, que demonstra bem que a ASAE é tão competente que até se oferece como excepção para confirmar a regra.

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publicado por condutoras de domingo às 11:05
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Kalaf

No próximo domingo, dia 24, estaremos à conversa com Kalaf.

Muitas vezes apelidado de "poeta cantor", Kalaf está envolvido numa enorme quantidade de projectos musicais, tem a sua própria produtora - Enchufada - e é o mais recente cronista do jornal Público. Vamos falar sobre o poder das palavras, sobre as boas ideias, e sobre tudo o que se atravessar no nosso caminho - inclusivé receitas culinárias. Este domingo, como sempre, entre as 11:00h e as 13:00h, na Antena 3.

 

 

 



publicado por condutoras de domingo às 16:47
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